Suporte

A cerâmica é um dos materiais mais antigos e nobres da história da humanidade. Derivado do termo grego “Kéramos” (“argila queimada”), a cerâmica refere-se à arte de produzir objetos artísticos, utilitários ou decorativos, a partir da argila como matéria-prima principal.

O processo envolve a conformação da pasta cerâmica, seguida da aplicação de um vidrado cerâmico (branco ou colorido) e posterior cozedura a altas temperaturas. Esta etapa térmica confere ao material elevada resistência, durabilidade e estabilidade. Como resultado, os produtos obtidos apresentam excelente impermeabilidade, elevada dureza e notáveis propriedades mecânicas.

Além disso, o tipo de superfície cerâmica facilita a limpeza e a manutenção, enquanto contribui para a redução da proliferação de fungos e bactérias, tornando-a ideal para aplicações em ambientes que exigem altos padrões de higiene.

De modo a preservar o brilho original das superfícies dos vidrados, sejam brancas ou coloridas, ao longo da vida útil do produto, recomendamos o seu manuseamento cuidadoso e a limpeza adequada, conforme as orientações abaixo.

Na Valadares by ARCH, a excelência dos nossos produtos começa na escolha dos materiais e estende-se à sua durabilidade e facilidade de manutenção. As superfícies cerâmicas vidradas que produzimos são reconhecidas pela sua resistência, impermeabilidade, durabilidade e propriedades antibacterianas, ideais para ambientes que exigem elevados padrões de higiene.

Material Detergentes Material de limpeza Outras recomendações Evitar deixar cair objetos Atenção Ácidos e bases fracosSabão neutro Ácidos fluorídrico Abrasivos Abrasivos Pano suave Frágil Tipo de peça Cerâmicos
Limpeza regular

Para preservar o brilho e a integridade dos vidrados, recomendamos:

  • Utilizar detergente neutro não abrasivo com pano ou esponja macia.
  • Enxaguar com água limpa e secar com pano suave.
  • Evitar produtos com pH superior a 10 e materiais abrasivos.

Ocorre a formação de manchas de sujidade ou depósitos de calcário, quando a limpeza é pouco frequente, ou quando a qualidade de água é inadequada. Nestas situações, a utilização de detergente neutro pode revelar-se insuficiente, sendo recomendada a adoção das seguintes soluções de remoção:

Na ARCH S.A promovemos práticas sustentáveis, incentivando o uso de soluções de limpeza eficazes, e amigas do ambiente:

  • Vinagre branco + água (1:1);
  • Mistura de bicarbonato de sódio + detergente neutro;
  • Produtos biodegradáveis certificados.


Com cuidados simples e regulares, os nossos produtos mantêm-se como novos por muitos anos.

Os tampos ARCH S.A concebidos em Termodur – tanto em branco, como coloridos – destacam-se pelas suas excelentes propriedades mecânicas, resistência ao desgaste e comportamento antibacteriano elevado.

Este material obtido por Termocompressão combina durabilidade, estabilidade dimensional, resistência à humidade, ao desgaste, e facilidade de manutenção.

Embora o termodur ofereça boa resistente térmica, não deve ser exposto a contacto direto com objetos quentes, uma vez que pode comprometer a integridade da superfície do tampo. Apesar da sua robustez, o material pode lascar ou fraturar aquando sujeito a impactos fortes ou quedas de objetos pesados.

Na Valadares by ARCH, a excelência dos nossos tampos começa na seleção rigorosa dos materiais. Para garantir a sua durabilidade e bom desempenho, recomendamos as seguintes práticas:

Material Detergentes Material de limpeza Outras recomendações Atenção Ácidos e basesAcetonaÁlcoolAmóniaAbrasivos Não se colocar na superfície do tampo Não forçar a descida soft-close Abrasivos Pano suave Tipo de peça Metálicos PlásticosResinas Sabão neutro
Limpeza regular

Recomenda-se a realização de limpeza regular dos tampos em Termodur, de forma a evitar a acumulação de sujidade e o aparecimento de manchas, nomeadamente manchas amareladas, frequentemente resultantes da ausência de manutenção adequada.

  • Utilizar detergente neutro diluído com água morna, aplicado com pano ou esponja macia;
  • Enxaguar com água limpa, removendo qualquer resíduo de detergente;
  • Secar cuidadosamente com um pano seco e suave, evitando marcas de água e preservando o brilho da superfície;
  • No final, as dobradiças devem ser secas com o auxílio de um pano seco.

Ocorre a formação de manchas de sujidade ou depósitos de calcário, quando a limpeza é pouco frequente, quando a qualidade de água é inadequada ou ainda quando são utilizados produtos não recomendados. Nestas situações, a utilização de detergente neutro pode revelar-se insuficiente, sendo recomendada a adoção das seguintes soluções de remoção:

Para garantir o bom funcionamento e aumentar a durabilidade do tampo, devem ser seguidas as orientações abaixo indicadas:

Verifique regularmente as dobradiças:

  • Confirmar se as dobradiças estão bem fixas e sem folgas entre o tampo e a louça.
  • Dobradiças soltas comprometem a estabilidade do tampo e o funcionamento de queda amortecida (soft–close).
  •  
Como testar:
  1. Com o tampo (tampa e aro) na posição aberta, mova suavemente para os lados. Se o tampo estiver corretamente instalado, ele deve permanecer firme, sem apresentar qualquer folga ou movimento durante esse teste.
  2. Se existirem folgas, devem ser reajustadas as dobradiças conforme indicado pelo fabricante. Ignorar esse problema pode causar danos irreversíveis ao soft-close.

Causas para que o tampo tenha deixado de fazer soft-close:

Limpeza regular

Manter o tampo e o sistema de soft-close sempre limpos e livres de resíduos, seguindo as recomendações do fabricante. Isso ajuda a evitar a acumulação de calcário ou humidade, que podem comprometer o funcionamento do mecanismo amortecido.

Os tampos de sanita com acabamento colorido, exigem atenção redobrada para preservar a sua aparência e durabilidade.

Deste modo, durante a instalação, é essencial garantir um manuseamento cuidadoso, de forma a evitar riscos ou danos no acabamento, especialmente em zonas visíveis ou sujeitas a contacto direto.

Recomenda-se a utilização de proteção adequada, durante o transporte e montagem, por forma a evitar o aparecimento de arranhões.

Limpeza regular
  • Utilizar detergente neutro não abrasivo com pano ou esponja macia.
  • Nunca utilizar produtos agressivos ou utensílios abrasivos.
  • Limpar regularmente para evitar o acúmulo de resíduos e preservar o acabamento.

Cotas de instalação

Medidas de instalação recomendadas

A – Altura da fixação ao piso  |  B – Distância livre  |  C – Altura total da sanita suspensa

Medidas de instalação recomendadas (mm)
Considera-se como “piso” o nível final, incluindo todos os revestimentos.

A B C Coleção Oceanus Neoclássico PMR V.junior Nautilus Referência 13002 16001 18003 18651 34001 34004 34504 36001 37001 39001 40001 41001 41502 Light Opus Egg One Two 41505 42501 350 350 330 320 320 315 340 320 315 310 320 100 A 320 325 370 285 75 75 50 70 40 65 60 60 60 60 55 B 40 55 90 60 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 C 400 400 450 350

Cotas de instalação

Medidas de instalação recomendadas

A – Altura da fixação ao piso  |  B – Distância livre  |  F – Altura total do bidé suspenso
C – Altura dos pontos de água  |  D – Altura do esgoto ao piso  |  E – Distância dos pontos de água

Medidas de instalação recomendadas (mm)
Considera-se como “piso” o nível final, incluindo todos os revestimentos.

Coleção Oceanus Neoclássico Nautilus Light Egg Referência 13401 16401 34401 34404 36401 39401 40401 41401 42401 Two 100 One 320 350 320 320 A 320 325 350 345 315 85 100 100 60 B 40 95 105 100 185 400 400 400 400 F 400 400 400 400 400 240 250 230 240 C 210 220 230 230 230 100 120 100 100 D 120 130 130 130 100 100 100 100 100 E 75 75 100 100 75 A F B D C E

ALERTA TÉCNICO

Utilização de Silicones Acéticos em componentes sanitários

As seguintes recomendações têm como objetivo alertar para os potenciais riscos associados à utilização de silicones de cura acética na instalação, montagem ou vedação de componentes sanitários.

Embora amplamente utilizados em aplicações de construção e ambientes húmidos, determinados silicones podem provocar alterações físicas, químicas ou funcionais nos materiais com os quais entram em contacto, comprometendo o desempenho e a durabilidade dos sistemas.

Por este motivo, a seleção do selante não deve basear-se exclusivamente na sua designação comercial ou aplicação genérica, como “silicone sanitário”, devendo ser sempre assegurada a sua compatibilidade química com todos os materiais presentes no conjunto.

Os silicones monocomponentes podem recorrer a diferentes sistemas químicos de cura. Nos silicones de cura acética (Acetoxy), a polimerização ocorre através da reação com a humidade atmosférica, libertando ácido acético como subproduto do processo de cura. Esta característica é facilmente identificável pelo odor característico semelhante ao vinagre durante a aplicação.

Importa salientar que o potencial risco de incompatibilidade não está associado ao silicone enquanto material elastomérico, mas sim à química envolvida no seu mecanismo de cura e aos subprodutos libertados durante esse processo.

Potenciais Problemas de Compatibilidade

Durante a cura dos silicones acetoxy ocorre a libertação de ácido acético. Quando este subproduto permanece em contacto com determinados materiais, especialmente em ambientes húmidos e durante períodos prolongados, podem verificar-se fenómenos de degradação ou perda de desempenho.

Entre os principais riscos identificados encontram-se:

Corrosão de elementos metálicos

Alterações de cor ou manchas superficiais

Deterioração de revestimentos e tratamentos superficiais

Degradação de determinados plásticos e elastómeros

Perda de propriedades mecânicas

Redução da capacidade de aderência

Envelhecimento prematuro de componentes

Comprometimento da função de vedação

Importa referir que estas limitações são frequentemente identificadas pelos próprios fabricantes destes produtos, através das respetivas fichas técnicas e recomendações de utilização.

“Silicone sanitário” não significa “compatível com todos os materiais sanitários”.

Um dos equívocos mais comuns consiste em assumir que um produto identificado comercialmente como silicone sanitário é automaticamente compatível com qualquer componente utilizado em instalações sanitárias. Do ponto de vista técnico, esta interpretação não é correta.

A designação “sanitário” indica normalmente que o produto foi desenvolvido para utilização em ambientes sujeitos à humidade, frequentemente contendo agentes antifúngicos ou antimofo. Contudo, esta classificação não constitui garantia de compatibilidade com todos os materiais presentes em sistemas sanitários.

Existem vários silicones de cura acética comercializados especificamente para aplicações sanitárias, incluindo banheiras, duches, lavatórios e cozinhas, cujas próprias fichas técnicas estabelecem restrições relativamente a determinados substratos e materiais.

Relevância para Componentes Sanitários

Os componentes sanitários modernos são frequentemente constituídos por combinações complexas de materiais, podendo integrar:

  • Componentes plásticos;
  • Elastómeros;
  • Juntas e vedantes;
  • Elementos metálicos;
  • Revestimentos;
  • Adesivos estruturais;
  • Componentes com diferentes tratamentos superficiais.

Por exemplo, uma válvula de descarga ou um tanque encastrável podem aparentar ser constituídos maioritariamente por plástico, mas incorporar internamente diversos materiais com diferentes sensibilidades químicas.

Adicionalmente, estes equipamentos permanecem normalmente em serviço durante muitos anos, expostos a ambientes de elevada humidade e sujeitos a ciclos contínuos de utilização.

Neste contexto, a compatibilidade entre o selante e os materiais envolventes deve ser encarada como um requisito fundamental de durabilidade e fiabilidade do sistema, e não apenas como uma condição para garantir a aderência inicial.

Em aplicações que envolvem múltiplos materiais, a utilização de silicones neutros constitui frequentemente uma solução tecnicamente mais adequada, desde que a compatibilidade específica seja previamente confirmada.

Ao contrário dos silicones acetoxy, os silicones de cura neutra não libertam ácido acético durante o processo de polimerização, reduzindo significativamente os riscos de incompatibilidade química com diversos metais, plásticos e elastómeros.

Atualmente existem no mercado formulações de cura neutra especialmente desenvolvidas para:

  • Ambientes de elevada humidade;
  • Aplicações sanitárias;
  • Substratos metálicos;
  • Materiais plásticos sensíveis;
  • Sistemas que combinam diferentes materiais.


A alternativa à utilização de um silicone de cura acética não consiste em eliminar o uso de silicone, mas sim em selecionar a tecnologia de cura mais adequada à aplicação, aos materiais presentes e às condições de serviço.

Conclusão

A correta seleção do selante constitui um fator determinante para a fiabilidade, durabilidade e desempenho dos sistemas sanitários. A utilização indiferenciada de silicones de cura acética pode originar problemas de compatibilidade química suscetíveis de comprometer a integridade dos componentes ao longo do tempo.

Assim, recomenda-se que a escolha do produto de vedação seja efetuada com base em critérios técnicos de compatibilidade entre materiais, privilegiando soluções de cura neutra ou outras expressamente validadas para a aplicação em causa.

A generalidade dos componentes de instalação fornecidos pela ARCH, garantem vedações perfeitas sem haver necessidade de recorrer à utilização de elementos de vedações adicionais, como, por exemplo, silicones.

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Os produtos da ARCH S.A são desenvolvidos com foco na longevidade e na responsabilidade ambiental.

Apesar de oferecermos uma garantia de 20 anos na maior parte dos produtos cerâmicos da ARCH S.A., estes são desenvolvidos para superar esse prazo, atingindo uma vida útil mínima de 40 anos. Isto é possível graças à excelência dos materiais utilizados e aos elevados padrões de fabricação adotados.

Como parte do seu compromisso com a sustentabilidade e a economia circular, a ARCH S.A adota medidas concretas para evitar a substituição prematura de produtos e o consumo desnecessário de novos recursos naturais.

Entre essas iniciativas, destaca-se o seu Serviço de Assistência Técnica especializado, que oferece soluções de manutenção, reparação e substituição de componentes, sempre que tecnicamente viável. Dessa forma, é possível prolongar significativamente a vida útil dos produtos e reduzir o seu impacto ambiental.

Soluções de Manutenção
Soluções de Manutenção
Soluções de Reparação
Soluções de Reparação
Substituição de componentes
Substituição de componentes

Além da reparação, muitos produtos podem ser otimizados ou ajustados para se tornarem mais eficientes, evitando assim a sua substituição completa — uma abordagem inteligente tanto do ponto de vista económico quanto ecológico.

A ARCH S.A coloca à disposição dos seus clientes uma equipa técnica dedicada, pronta para apoiar e orientar na melhor solução para cada caso. Acreditamos que a preservação do meio ambiente é uma responsabilidade partilhada, e estamos comprometidos em fazer a nossa parte — com soluções que aliam qualidade, inovação e respeito pelo planeta.

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